O paciente não tem bola de cristal, ele não consegue prever o futuro.
Sabe quando você vai no shopping e tem aquelas vendedoras dando uma “provinha” do produto? Ela sabe que você precisa ter confiança antes de tirar o dinheiro da carteira.
Eu sei que a sua consulta vale o preço, eu sei que os 500 reais que o paciente está pagando são pela sua qualidade técnica e anos de estudo. Agora, será que ele conseguiu perceber isso?
Será que na conversa com a sua secretária, com o seu site, com a sua comunicação, ele teve essa “provinha”?
O que acontece é que criticamos o paciente, ou as agências de marketing, por não estarmos conseguindo agendar mais pacientes.
Eles reclamam que está caro, que estão procurando por uma consulta de convênio e por ai vai.
Só que, se você está indo no mercado procurar um café para tomar no seu dia a dia, não vai querer pagar o que custa o dobro do preço na prateleira do que os demais.
A não ser que a moça tenha te dado uma provinha antes e você tenha percebido que ele realmente é mais gostoso.
Isso aconteceu comigo, paguei mais de 30 reais em 250g de um café com gosto de avelã que eu nunca pagaria se não tivesse experimentado antes. O de graça me fez pagar caro.
Você pode levar isso para o seu consultório de várias formas, seja na sua comunicação online, gerando valor para o seu paciente através de um site bem construído e um anúncio bem feito, seja por uma comunicação no whatsapp.
Para isso, use de vídeos para explicar a sua consulta, se importe com as dores dos interessados na consulta ligando para eles, entregue um e-book respondendo as principais dúvidas sobre a sua área, existem milhares de estratégias.
Por fim, reflita: o seu paciente não tem a menor obrigação de saber que a sua consulta vale quanto você cobra.
Até, sigo com você.
Gabriel Aledi