Consultório 1A https://consultorio1a.com.br/ Textos sobre gestão e marketing para consultórios médicos. Sat, 24 Oct 2026 22:48:17 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1.4 https://consultorio1a.com.br/wp-content/uploads/2026/10/cropped-consultorio-1a-icone-site-fundo-escuro-2-32x32.png Consultório 1A https://consultorio1a.com.br/ 32 32 O lado sujo das Mentorias de Marketing Médico https://consultorio1a.com.br/textos/mentorias-marketing-medico-vendas-pressao/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=mentorias-marketing-medico-vendas-pressao Tue, 20 Oct 2026 20:47:00 +0000 https://consultorio1a.com.br/?p=80 A pressão nas mentorias de marketing médico e como vender no consultório sem colocar a confiança do paciente em risco.

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Um médico que chegou até mim estava endividado e tinha investido 200 mil reais em uma mentoria com cursos e aulas ao vivo.

O que mais me incomodou foi a forma como essa venda aconteceu.

Ele me contou que durante a reunião questionaram que tipo de médico ele queria ser se não tomasse aquela decisão. Como se não comprar significasse querer ser um médico menor, pior ou menos comprometido com o próprio crescimento.

E precisava fechar naquela hora (lógico que não podia ter tempo para pensar).

O médico já estava endividado e assumiu um compromisso de mais 200 mil reais.

Eu fico enojado com algumas dessas técnicas que passam por cima de qualquer preocupação com a pessoa que está comprando.

E existe outra questão: essas vendas agressivas não ficam só nas mentorias.

O médico aprende que aquilo funciona e começa a levar a mesma lógica para os pacientes. Eu vejo isso todos os dias.

Se o paciente não compra o acompanhamento, é porque não está comprometido com a própria saúde. Se fala que está caro, é porque não se coloca como prioridade. Se pede para pensar, precisa de mais pressão para decidir.

Só tem uma questão: às vezes ele realmente não consegue pagar. Às vezes precisa conversar com a família ou entender melhor o que está sendo oferecido.

Você não pode transformar toda dificuldade do paciente em uma oportunidade para pressionar a compra.

As vendas são fundamentais para o consultório. O médico precisa saber apresentar uma cirurgia, explicar um plano de acompanhamento e ajudar o paciente a entender por que aquilo faz sentido para ele.

E eu acho muito importante que você aprenda a vender. Só que existem vendas e vendas. A questão é o limite dessa venda e o respeito pelo paciente durante a conversa.

Você pode usar SPIN Selling, contornar objeções e ajudar o paciente a visualizar como o tratamento pode melhorar a vida dele. Existem formas éticas, coerentes e humanas de fazer isso, e você precisa aprender a usar essas técnicas.

Não quero que você seja contra qualquer tipo de venda por causa dos exemplos ruins que existem no mercado. Você pode vender bem, respeitar o paciente e oferecer algo de que ele realmente precisa, sem pressionar ou constranger ninguém.

O paciente precisa se sentir confortável para decidir, inclusive para dizer não (a decisão precisa continuar sendo dele).

Ele não entendeu o acompanhamento? Explique. Tem dúvidas sobre o valor? Mostre o que está incluído. Não consegue pagar? Entenda se existe uma alternativa adequada e possível para ele.

Se você vai pintar um quadro futuro, fale dos benefícios possíveis, das etapas e do que depende da participação dele. Não prometa um resultado que você não consegue garantir.

Você está oferecendo algo de que ele precisa? Ele entendeu a proposta? Tem condições de assumir aquele compromisso? Pode dizer que não sem ser constrangido? (Essa última pergunta é a mais importante na minha opinião).

Você pode conseguir que o paciente compre durante uma conversa cheia de pressão. Só que ele vai sair dali se sentindo acompanhado ou vai perceber que foi levado a comprar algo que não queria?

Ele vai confiar em você? Vai querer continuar? Vai indicar o seu trabalho?

A venda que você faz hoje também interfere na retenção e na sua reputação.

E a reputação é uma das coisas mais importantes que um médico tem.

Não faz sentido colocar isso em risco para fechar um acompanhamento. Você pode ganhar aquela venda e perder a confiança de alguém que poderia continuar com você durante anos.

Sem retenção, o consultório precisa conquistar pacientes novos todos os meses apenas para manter tudo funcionando (já conversamos sobre isso por aqui).

O que eu quero que você entenda é que vender é importante. Aprender técnicas também.

Mas o objetivo precisa ser ajudar o paciente a entender e assumir um tratamento que faça sentido para ele.

Não repita com os seus pacientes a pressão que você não gostaria de sofrer ao comprar uma mentoria.

Você precisa vender, acompanhar e construir confiança para que o consultório continue crescendo ao longo dos anos. Só que faça isso de forma ética, coerente e humana.

Até, sigo com você.

Aledi

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Estão vendendo para o seu ego https://consultorio1a.com.br/textos/servicos-medicos-vendas-ego/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=servicos-medicos-vendas-ego Tue, 13 Oct 2026 21:46:00 +0000 https://consultorio1a.com.br/?p=84 Como usam o ego do médico para vender serviços e o que avaliar antes de contratar alguém para o consultório.

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Ultimamente eu tenho conversado bastante com profissionais de marketing e pessoas que vendem algum tipo de serviço ou produto para médicos.

Duas coisas aparecem nessas conversas que têm me incomodado bastante.

A primeira é que o médico virou alvo: “O médico ganha bem, então tem dinheiro para investir.”

A segunda me incomoda ainda mais… “Vender para médico é fácil. É só mexer com o ego.”

Não escutei isso de uma ou duas pessoas. Escutei de várias.

E isso também aparece no preço: parece que ele muda simplesmente porque o cliente é médico.

Uma contabilidade, um serviço de social media ou uma mentoria recebe a palavra ‘médico’ e pode passar a custar muito mais.

Às vezes o serviço não muda. O que muda é quanto a pessoa acha que você pode pagar.

Não estou falando que um serviço feito por especialistas precisa custar o mesmo que qualquer outro. O problema é cobrar mais sem ter uma entrega que justifique isso.

E, para convencer você a comprar, começam os discursos (hoje você já deve ter visto algum desses).

“Tem gente muito menos qualificada que você ganhando mais.”

“Você estudou tanto para ganhar só isso por hora?”

“Você precisa ser mais valorizado.”

“Você merece uma vida muito melhor.”

“Você deveria estar faturando 100 mil reais por mês.”

Lógico que você pode querer ganhar mais, trabalhar menos e ter uma vida melhor. Eu também quero.

O problema é que a pessoa usa isso para vender alguma coisa sem nem entender se você precisa dela.

Ela não sabe quantos pacientes você atende, quanto sobra no consultório, quais são as suas dificuldades ou o que você quer fazer.

Mas sabe que pode mexer com o seu ego para conseguir vender.

Você começa a olhar para outros médicos, comparar com a sua rotina e pensar que está ficando para trás.

“Eu estudei tanto… Por que esse médico está ganhando mais do que eu?”

Aí aparece alguém com uma solução perfeita. Só tem uma questão: talvez aquela solução não tenha nada a ver com o que você precisa hoje.

Você comprou porque ficou incomodado com a sua vida, não porque entendeu como aquilo poderia ajudar o seu consultório.

Eu acho muito importante que os profissionais que prestam serviço para consultórios estudem, entendam a área da saúde, conheçam o dia a dia e preparem soluções boas para os médicos.

Eu gosto e admiro essas pessoas. São profissionais assim que eu acredito que vocês deveriam contratar.

O problema é quando a pessoa se prepara para vender para o médico, mas não se prepara para ajudar o médico depois da venda.

Colocar “especialista em médicos” no perfil não é suficiente (seria ótimo se fosse tão simples).

Antes de contratar, pergunte o que será feito, por que aquilo faz sentido para o seu momento e como vocês vão acompanhar os resultados.

A pessoa consegue explicar isso? Ela perguntou alguma coisa sobre o seu consultório? Entendeu o seu problema?

Ou só falou que você merece mais, que outros médicos estão ganhando mais e que você precisa tomar uma decisão agora?

Hoje é mais um desabafo com uma visão do mercado para que você fique atento.

Estude, se informe e conheça o mínimo sobre o seu consultório.

Você não precisa saber fazer o trabalho de todos os profissionais que contrata. Mas precisa entender o que estão oferecendo e se aquilo faz sentido para você.

Escolha alguém que estudou para ajudar médicos, e não apenas alguém que aprendeu a vender para eles.

Você pode querer uma vida melhor. Só não deixe que usem essa vontade para vender qualquer coisa para você.

Até, sigo com você.

Aledi

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O seu paciente não desapareceu https://consultorio1a.com.br/textos/retorno-pacientes-acompanhamento-consultorio/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=retorno-pacientes-acompanhamento-consultorio Wed, 07 Oct 2026 00:02:00 +0000 https://consultorio1a.com.br/?p=86 O retorno dos pacientes e como organizar o acompanhamento para que eles não desapareçam depois da consulta.

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O seu paciente não desapareceu.

Você só não fez nada para que ele voltasse.

Eu tenho quase certeza de que, basicamente, você termina a consulta, fala para ele retornar em três meses e espera que isso aconteça (magicamente).

Espera que ele lembre de marcar o exame, de fazer o exame, de pegar o resultado e, no meio da rotina, pense: “Nossa, como eu preciso voltar ao médico”.

Só tem uma pequena e sutil questão: muitas vezes esse paciente adiou a primeira consulta durante meses. Talvez só tenha ido porque a mulher ou algum familiar insistiu muito.

Agora você espera que ele organize a rotina, encontre um horário, fale com a secretária e ainda separe dinheiro alegremente para continuar o acompanhamento (às vezes, até pagar a primeira consulta já foi um parto).

Lógico que ele pode fazer tudo isso sozinho, com a maior boa vontade e engajamento com o tratamento. O problema é esperar que todos façam.

Não basta falar que o paciente precisa voltar e deixar todo o resto por conta dele.

Ele entendeu por que precisa retornar? Sabe quais são as próximas etapas? Alguém entrou em contato depois da consulta? Alguém percebeu que o período do retorno passou?

Não estou falando que você precisa perseguir o paciente ou mandar mensagem todos os dias.

Você pode começar com uma ou duas mensagens entre as consultas. Uma depois do atendimento, para saber se ficou alguma dúvida sobre as orientações, e outra próxima do período indicado para o retorno.

Também precisa ter uma lista com a data da última consulta, quando o paciente deveria voltar e quem ainda está em tratamento ou já teve alta.

Pode ser uma planilha ou um sistema.

O importante é que você consiga olhar e perceber: esse paciente deveria ter voltado e ainda não agendou. Depois, você entra em contato.

“Olá, tudo bem? Já estamos próximos da data para o seu retorno. Você gostaria de ver os horários disponíveis?”

Se ele não agendar, tente entender o motivo. Esqueceu? Não conseguiu fazer os exames? Está com alguma dificuldade para continuar?

Isso é acompanhar!

Você não precisa de uma campanha nova ou de alguma estratégia mirabolante para começar. 

Pode fazer isso com a sua secretária e as ferramentas que já tem (e eu sei que a maioria dos prontuários é horrível, mas você consegue descobrir essas informações).

Antes de falar que o paciente desapareceu, pergunte o que você fez para que ele voltasse.

Uma ou duas mensagens, uma lista atualizada e algumas ações de reativação podem melhorar o acompanhamento e o resultado do seu consultório.

Parece simples (porque é). Só que precisa ser feito.

Até, sigo com você.

Aledi

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O médico precisa enxergar https://consultorio1a.com.br/textos/gestao-consultorio-indicadores-pacientes/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=gestao-consultorio-indicadores-pacientes Tue, 29 Sep 2026 13:43:00 +0000 https://consultorio1a.com.br/?p=88 Os números do consultório e como acompanhar contatos, agendamentos e retornos para tomar decisões melhores.

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A maioria dos médicos não sabe quantos pacientes atendeu no último mês.

Quando eu faço essa pergunta, normalmente a resposta começa assim: “Olha, eu acho que foram uns 60. Eu atendo mais ou menos 15 por semana, então deve (deve!!) ter sido isso.”

Só que você não sabe ao certo quantos pacientes atendeu. Também não sabe quantas pessoas entraram em contato, de onde vieram, quantas agendaram ou quantas faltaram.

Sem essas informações, você não faz a menor ideia do que precisa ser feito no consultório.

Você precisa de mais pacientes? Precisa melhorar o atendimento da secretária? Os pacientes estão agendando e faltando? Estão fazendo a primeira consulta e não retornando? Existe uma lista de pacientes que poderiam ser reativados?

Você não sabe em que momento está perdendo essas pessoas. Pode ser antes do agendamento, depois do agendamento ou depois da consulta.

Sem essas informações, você fica cego para tomar decisões.

Não estou falando que você precisa virar um excelente gestor, acompanhar dezenas de indicadores ou ter um dashboard todo lindo com várias coisas piscando.

Você precisa conhecer o caminho que o paciente percorre.

Desde antes de o paciente conhecer o seu consultório, passando pelo primeiro contato e pela consulta, até o momento em que, por algum motivo, deixa de ser seu paciente.

Imagine que 40 pessoas chegaram pelo Instagram e somente quatro agendaram. Outras dez chegaram por indicação e oito agendaram.

O Instagram trouxe mais contatos. A indicação trouxe mais pacientes.

Se você olha somente para a quantidade de mensagens, pode acreditar que o Instagram foi o seu melhor canal (não foi).

Depois, precisa acompanhar o que aconteceu com quem agendou.

Quantas pessoas compareceram? Quantas faltaram? Quantas remarcaram?

Se muitas pessoas entram em contato, mas poucas agendam, você precisa olhar para o atendimento. Se elas agendam, mas não aparecem, precisa olhar para a confirmação.

Agora vamos para depois da consulta.

Quantos pacientes eram novos? Quantos retornaram? Quantas vezes cada paciente foi atendido? Há quanto tempo ele não volta?

Se 100 pacientes realizaram 250 atendimentos ao longo de um ano, você tem uma média de 2,5 atendimentos por paciente.

Agora, se 100 pacientes realizaram 110 atendimentos, quase todos fizeram uma consulta e desapareceram (entendeu o problema?).

Nos dois casos você atendeu 100 pacientes. Só que os consultórios são completamente diferentes.

Também é importante saber quanto cada paciente deixou durante todo o acompanhamento.

Um paciente pode fazer uma consulta de 500 reais e nunca mais voltar. Outro pode pagar 350 reais e realizar quatro consultas.

Olhar somente para o valor da consulta não mostra essa diferença.

Uma coisa importante: você não precisa acompanhar esses números todos os dias.

Mas precisa ter alguma forma de registrar os contatos, os agendamentos e os atendimentos para conseguir analisar essas informações de vez em quando.

O dado sozinho não serve para muita coisa.

Saber que você recebeu 50 contatos não é o objetivo.

O objetivo é entender se esses contatos aumentaram, de onde vieram, quantos agendaram e o que você precisa fazer a partir disso.

Os dados são o insumo que você precisa para tomar boas decisões.

Sem eles, você escolhe o que fazer com base no que acha que está acontecendo. Com eles, consegue enxergar onde está o problema e agir no lugar certo.

Até, sigo com você.

Aledi

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Não largue os plantões https://consultorio1a.com.br/textos/reduzir-plantoes-transicao-consultorio/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=reduzir-plantoes-transicao-consultorio Wed, 16 Sep 2026 00:28:00 +0000 https://consultorio1a.com.br/?p=92 Quando reduzir os plantões e como olhar para os custos e o lucro para fazer uma transição mais segura para o consultório.

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Todo médico com quem eu falo, em algum momento, já pensou que precisava de mais pacientes.

No formulário de inscrição da minha newsletter existe um campo perguntando qual é a maior dificuldade do médico. Sem dúvida nenhuma, a resposta que mais aparece é aquisição de pacientes.

Mas eu te prometo que não é exatamente isso que você quer e eu vou te explicar com calma.

Quando o médico fala que precisa de mais pacientes, normalmente existe alguma coisa por trás.

Ele não tem previsibilidade, largou todos os outros vínculos de uma vez ou assumiu um custo alto demais para o momento do consultório.

Talvez tenha alugado uma sala maior, contratado mais pessoas ou aumentado o próprio custo de vida antes de entender quanto o consultório realmente conseguia gerar.

Agora ele não quer mais pacientes. Ele precisa pagar as contas.

Só tem uma questão: receber muitos pacientes em um mês não resolve esse problema.

Imagine que você recebeu 80 pacientes novos este mês (lógico que isso é ótimo). Mas quantos vão chegar no próximo? Quantos vão retornar? Você consegue repetir o que fez?

Se você não sabe responder, os 80 pacientes ainda não trouxeram previsibilidade para o seu consultório.

Previsibilidade não significa faturar exatamente o mesmo valor todos os meses. Significa entender quanto costuma entrar, de onde os pacientes estão vindo e o que você pode esperar dos próximos meses.

É por isso que eu não demonizo plantões, convênios ou clínicas populares (ao contrário de quase todo mentor de Instagram).

Talvez você não queira continuar nesses lugares para sempre, mas eles podem financiar a sua transição enquanto o consultório ainda está instável.

Você pode reduzir um plantão, esperar alguns meses e depois reduzir outro. Pode diminuir os convênios aos poucos, conforme o número de pacientes particulares aumenta.

A transição vai ser mais lenta. Só que também vai ser muito mais segura.

O mesmo vale para os seus custos.

Se você aumenta a estrutura do consultório e o seu custo de vida toda vez que o faturamento cresce, vai precisar de cada vez mais pacientes apenas para manter tudo funcionando.

Agora entra outra confusão: faturamento e lucro.

Um médico pode faturar 80 mil reais e gastar 65 mil com uma estrutura enorme. Outro pode faturar 40 mil e gastar 15 mil.

O primeiro tem o maior faturamento. O segundo ganhou mais dinheiro.

Eu não estou falando que você precisa cortar tudo ou buscar o maior lucro possível de qualquer maneira.

O lucro é importante porque mantém o consultório vivo. É ele que permite formar caixa, reinvestir, atravessar os meses ruins e reduzir os outros vínculos sem desespero.

Quanto menor for a pressão dos seus custos, menos pacientes você precisa conquistar de uma vez.

O que eu quero que você entenda hoje é que uma agenda cheia não significa que o seu consultório está saudável.

Você não quer simplesmente mais pacientes. Você quer um consultório previsível, com lucro e que continue funcionando mesmo quando a agenda não estiver cheia.

Até, sigo com você.

Aledi

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Trazer pacientes não é suficiente https://consultorio1a.com.br/textos/aquisicao-retencao-indicacoes-consultorio/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=aquisicao-retencao-indicacoes-consultorio Tue, 08 Sep 2026 18:00:00 +0000 https://consultorio1a.com.br/?p=20001 Aquisição de pacientes, retenção e ações fora do digital precisam trabalhar juntas para que o consultório cresça com mais estabilidade.

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O problema é que o médico acredita que trazer pacientes é suficiente.

Obviamente, a maioria dos médicos pode ter excelentes resultados com o Google Ads. Inclusive, acompanho médicos que recebem a maior parte dos seus pacientes por esse canal.

Os anúncios no Instagram também funcionam. Não sou daquelas pessoas que falam que não dá para ter pacientes particulares anunciando.

Por mais que eu ache que essa não deva ser a primeira ação do médico para adquirir pacientes, não questiono que a produção de conteúdo ajuda as pessoas a conhecerem o seu trabalho e facilita o aumento do valor da consulta.

A maior questão é que você pode receber muitos contatos, lotar a agenda e continuar com um consultório instável.

Se os pacientes fazem uma consulta e não retornam, você precisa encontrar pacientes novos todos os meses apenas para ficar no mesmo lugar.

O paciente entendeu o plano de tratamento? Sabe quando precisa retornar? A secretária entrou em contato depois da consulta? Alguém percebe quando um paciente desaparece?

Muitas vezes, o paciente não retorna porque ninguém explicou corretamente o que deveria acontecer depois. Não basta falar que ele precisa voltar.

Você precisa estruturar melhor o plano de tratamento, explicar as próximas etapas e deixar claro por que aquele acompanhamento é importante. Depois, precisa acompanhar.

Uma mensagem no pós-consulta, uma lista dos pacientes que deveriam ter retornado e algumas ações de reativação podem mudar completamente a retenção do seu consultório.

Parece simples (porque é). Só que poucos médicos fazem isso de forma constante.

Também existe outro problema em depender somente do digital.

O Google pode ficar mais caro. O Instagram pode mudar. Uma campanha pode parar de funcionar. A sua conta pode ser bloqueada.

Você precisa ter um plano B. Não para substituir o marketing digital, mas para sustentar o consultório durante os períodos de instabilidade.

Tem muita gente falando que o médico precisa fazer networking, criar uma rede de indicações e participar de ações locais.

A maioria dos médicos já sabe disso. O problema é que ninguém explica como fazer. Então eu vou te dar um caminho.

Comece identificando dois ou três profissionais que atendem o mesmo público que você e que poderiam complementar o seu trabalho.

Não mande uma mensagem pedindo indicações.

Converse com essas pessoas, entenda como elas trabalham e faça com que conheçam o seu trabalho também.

Você pode criar um pequeno grupo de supervisão com outros médicos para discutir casos, trocar experiências e ajudar uns aos outros.

Com o tempo, as indicações começam a aparecer porque existe confiança (e não porque alguém pediu pacientes).

Nas ações locais, a lógica é a mesma.

Pense nos lugares em que os seus pacientes já estão.

Empresas, escolas, academias, associações, igrejas ou outros grupos da sua cidade.

Você pode organizar uma conversa sobre um tema da sua área, participar de uma ação que já existe ou criar um encontro pequeno com pacientes para falar sobre dúvidas que aparecem todos os dias no consultório.

Não precisa começar com um grande evento. Pode começar com dez pessoas em uma sala.

O objetivo é participar da sua comunidade e fazer com que mais pessoas conheçam o seu trabalho fora do Instagram (um desabafo: eu já falei isso mil vezes e não devo ser a primeira pessoa a falar, mas parece que esse é um dos movimentos mais difíceis para o médico fazer).

Também precisa olhar para as indicações dos próprios pacientes.

Um paciente bem atendido, que entende o tratamento e percebe que está sendo acompanhado, tem muito mais chance de retornar e indicar você.

Perceba que tudo começa a se conectar.

O pós-consulta melhora a retenção. A retenção melhora a experiência. Uma boa experiência aumenta as indicações. As indicações fortalecem o seu consultório fora do digital.

Você não precisa escolher entre Google, Instagram, conteúdo, indicações ou ações locais. Precisa entender a função de cada um.

O digital ajuda novos pacientes a encontrarem você.

O offline cria relações e oferece um caminho que não depende das plataformas.

A retenção faz com que o esforço para conquistar um paciente realmente valha a pena.

Você precisa dos três.

Até, sigo com você.

Aledi

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O seu consultório pode dar errado https://consultorio1a.com.br/textos/preparar-consultorio-imprevistos-dependencias/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=preparar-consultorio-imprevistos-dependencias Mon, 31 Aug 2026 23:30:00 +0000 https://consultorio1a.com.br/?p=20002 Como preparar o consultório para imprevistos e reduzir a dependência de uma agência, plataforma ou secretária, sem perder os fundamentos.

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Normalmente, o médico só pensa no que fazer quando o problema já aconteceu.

A agência parou de dar resultado. A secretária saiu. O Instagram bloqueou o perfil. Os pacientes pararam de chegar… E agora?

A resposta, muitas vezes, é: não sei.

Existe um conceito chamado premeditatio malorum (o nome é complicado, mas a ideia é simples).

Significa se preparar para o mal.

Não é acreditar que tudo vai dar errado ou viver preocupado com o próximo problema.

É pensar no que pode acontecer e se preparar antes.

Se todos os seus pacientes chegam pelo Instagram, o que acontece se o seu perfil for bloqueado?

Se a sua secretária sair amanhã, outra pessoa consegue continuar o atendimento?

Se a sua agência parar de dar resultado, você sabe o que estava funcionando e o que precisa fazer?

Talvez não (e esse é o problema).

Muitos médicos ficam presos a uma única forma de fazer as coisas.

Encontram uma agência, uma secretária ou uma estratégia que funciona e começam a acreditar que aquilo vai funcionar para sempre.

Só que não vai.

O Instagram pode mudar. A agência pode errar. A secretária pode sair. Uma estratégia que funcionava muito bem pode simplesmente parar de funcionar.

Você não controla essas coisas.

O que você pode fazer é preparar o seu consultório para não depender completamente delas.

Em vez de ter somente o Instagram, você pode ter o Instagram e o Google.

Também pode construir uma rede de indicação com dois ou três profissionais, cuidar dos pacientes que já chegaram e fazer com que eles retornem.

Assim, se uma forma de atrair pacientes parar de funcionar, você ainda tem outras.

A sua secretária pode ter um manual explicando como responder, agendar, confirmar as consultas e acompanhar os pacientes.

Você também pode ter algumas automações no WhatsApp funcionando junto com ela.

Se ela sair, vai dar trabalho substituir (óbvio). Mas o consultório não perde todo o processo junto com ela.

É isso que eu chamo de criar repertório.

Quanto maior o seu repertório, mais formas você tem de lidar com um problema.

O médico que conhece somente uma metodologia fica perdido quando ela deixa de funcionar.

O médico que conhece os fundamentos consegue mudar a forma de fazer sem esquecer o que precisa ser feito.

As ferramentas mudam, os fundamentos não.

Você continuará precisando atrair pacientes, atender bem, fazer com que eles retornem, cuidar do dinheiro e construir uma boa reputação.

Talvez mude a agência, a plataforma, a secretária ou o sistema.

O fundamento continua ali.

Você não precisa criar dez planos diferentes ou imaginar todas as tragédias que podem acontecer no seu consultório.

Comece fazendo uma pergunta simples:

Se isso parar de funcionar amanhã, o que eu faço?

Se você não souber responder, talvez esteja dependendo demais de alguma coisa.

Pensar no pior não faz com que ele aconteça. Só faz com que você esteja mais preparado quando acontecer (porque alguma coisa sempre acontece).

Até, sigo com você.

Aledi

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Sobre a sua reputação https://consultorio1a.com.br/textos/reputacao-medica-indicacoes-pacientes/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=reputacao-medica-indicacoes-pacientes Sun, 23 Aug 2026 10:26:00 +0000 https://consultorio1a.com.br/?p=20003 Como construir a reputação do médico com bom atendimento, acompanhamento e relações com outros profissionais, além do marketing digital.

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Acredito que todo consultório precisa ter uma forma de atrair novos pacientes. O problema é que o digital permitiu que os médicos terceirizassem quase tudo.

Você contrata uma agência, alguém grava os seus vídeos, outra pessoa faz os seus posts, alguém faz o seu tráfego e você começa a acreditar que o sucesso do seu consultório depende desses profissionais.

Não depende. Ou melhor, não depende somente deles.

Uma agência pode fazer com que mais pacientes encontrem você. Ela não consegue construir a sua reputação, atender bem os seus pacientes ou fazer com que outros profissionais confiem no seu trabalho.

Mesmo assim, os médicos estão desesperados para fazer alguma coisa no digital.

Parece que todo mundo precisa gravar vídeos, produzir conteúdo, ter um Instagram bonito ou descobrir uma estratégia nova para conseguir pacientes.

A impressão é que o digital é o caminho mais simples. Você grava um vídeo hoje e amanhã alguém marca uma consulta (seria ótimo se funcionasse assim).

Não estou dizendo que o marketing digital não funciona. O problema é acreditar que tudo depende dele.

Quando um paciente sai satisfeito da sua consulta, retorna e indica você para alguém, isso é marketing.

Quando outro médico confia no seu trabalho e encaminha um paciente, isso também é marketing.

Nenhuma dessas coisas depende de um anúncio ou de um vídeo.

Talvez você possa começar olhando para os pacientes que já atende. Entender se estão satisfeitos, se continuam o tratamento e se retornam no período correto.

Você pode entrar em contato depois da consulta, acompanhar o tratamento e melhorar a experiência de quem já confiou em você.

Parece óbvio, mas poucos fazem isso de forma constante.

Existe um mundo inteiro fora do consultório. Sempre teve. O problema é que agora vocês limitam as ações de vocês a marketing digital.

Você pode participar de grupos de estudo, criar uma supervisão, discutir casos e se aproximar de outros profissionais.

Você pode organizar uma pequena ação local ou simplesmente conversar com os profissionais que atendem o mesmo público que você.

Não precisa pedir indicações.

Faça com que os profissionais conheçam o seu trabalho e se sintam seguros para indicar você. Isso acontece quando você participa, ajuda, compartilha o que sabe e demonstra competência.

Reputação não é algo que você cria em uma campanha.

Ela é construída quando você atende bem um paciente. Quando responde um colega. Quando cumpre o horário. Quando acompanha um tratamento. Quando faz o que prometeu.

São pequenas atitudes, repetidas durante anos.

É por isso que reputação demora tanto para ser construída e pode ser destruída tão rápido.

O digital pode ajudar as pessoas a encontrarem você. Só que, quando elas encontrarem, precisa existir alguma coisa além de uma página bonita e de um perfil bem montado.

Antes de pensar no próximo vídeo, pense no que está ao seu alcance hoje.

Você não depende do Instagram para construir uma boa reputação.

Depende muito mais das suas atitudes e da forma como você se comporta todos os dias.

O digital faz com que as pessoas encontrem você. A sua reputação faz com que elas confiem, retornem e indiquem.

Você precisa dos dois.

Até, sigo com você.

Aledi

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Sobre o seu consultório https://consultorio1a.com.br/textos/gestao-consultorio-contatos-retencao-cac-lucro/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=gestao-consultorio-contatos-retencao-cac-lucro Mon, 17 Aug 2026 22:53:00 +0000 https://consultorio1a.com.br/?p=20004 Contatos, agendamentos, retenção, CAC e lucro: o mínimo que o médico precisa conhecer para entender onde está o problema do consultório.

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Hoje eu vou te falar tudo que você precisa saber no seu consultório para sentar com qualquer pessoa e saber se ela consegue te ajudar.

Não vou te ensinar gestão, nem te transformar em um empresário.

Quero te mostrar o mínimo que você precisa conhecer sobre o seu negócio para não acreditar em qualquer solução que tentarem te vender (o que mais tem são pessoas querendo te empurrar algo que você não precisa).

Primeiro de tudo, você precisa saber quantos contatos recebe (essa é a porta de entrada do seu consultório, é o oxigênio do seu negócio).

Se ninguém entra em contato, talvez você tenha um problema de marketing (talvez). Não adianta mudar o script da secretária ou fazer um treinamento de vendas se não existe ninguém para ela atender.

Agora, se você recebe 100 contatos e somente 5 agendam, mudamos o cenário.

Você precisa entender o que aconteceu nessas conversas.

O paciente achou caro? Não entendeu como funciona a consulta? Queria convênio? Não tinha horário disponível? A secretária demorou dois dias para responder (sim, isso acontece)?

Uma conversa não é boa somente quando termina em agendamento. Ela é boa quando você consegue entender o que o paciente precisa e, mesmo que ele não agende, sabe o motivo.

É isso que vai permitir que você contorne as objeções.

Contornar uma objeção é entender o que está impedindo o paciente de agendar e responder de forma clara.

Depois, você precisa olhar para a sua retenção.

Quantos pacientes retornam? Quantos continuam o tratamento? Quantos fazem a primeira consulta e nunca mais aparecem?

Não adianta investir cada vez mais em marketing para colocar pacientes em um consultório que não consegue mantê-los (a lógica do balde furado).

Agora vamos para dois conceitos que parecem complicados: CAC e frequência.

O CAC é quanto você gasta para conquistar um paciente. A frequência é quantas vezes esse paciente retorna ao seu consultório durante o período em que é atendido por você.

Pronto, é isso.

Se você paga 100 reais para conquistar um paciente que retorna cinco vezes, temos uma situação. Se paga 500 reais para um paciente que faz uma única consulta, temos outra.

Por fim, você precisa saber quanto faturou e quanto sobrou depois de pagar tudo.

São coisas diferentes.

Faturar 30 mil reais não significa ganhar 30 mil reais.

Você ainda precisa pagar impostos, secretária, aluguel, marketing, sistemas e todas as outras despesas do consultório.

Também precisa separar a pessoa física da pessoa jurídica. Defina um pró-labore (seu salário) e pare de tirar dinheiro da conta do consultório todas as vezes que precisar pagar uma conta pessoal.

Parece muita coisa, mas não é (eu prometo).

Coloque tudo em um checklist e responda uma vez por semana:

  • Quantos contatos recebemos?
  • Quantos agendaram?
  • Por que os outros não agendaram?
  • Quantos pacientes retornaram?
  • Quanto gastamos para conquistar um paciente?
  • Quantas vezes esse paciente retornou?
  • Quanto faturamos?
  • Quanto sobrou?

A maioria dos consultórios não sabe se está bem ou mal. Pior, não sabe o motivo de estar dando certo ou errado.

Por isso qualquer solução parece boa.

Você não precisa ser um especialista em gestão. Precisa conhecer o mínimo sobre o seu negócio para descobrir onde está o problema e saber se a pessoa sentada na sua frente realmente consegue ajudar.

Até, sigo com você.
Gabriel Aledi

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Vai funcionar para TODOS os médicos https://consultorio1a.com.br/textos/fundamentos-marketing-medico-plataformas/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=fundamentos-marketing-medico-plataformas Wed, 08 Jul 2026 00:02:00 +0000 https://consultorio1a.com.br/?p=20005 Busca, propaganda e construção de audiência: os fundamentos do marketing médico que continuam fazendo sentido quando as plataformas mudam.

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Eu estava conversando com uma médica hoje à tarde e ela me veio com o seguinte questionamento:

“O que eu posso fazer que nunca vai mudar no marketing? Eu queria uma estratégia que funcionasse hoje e que continuasse funcionando pelos próximos anos.”

Vocês já sabem que eu sou completamente contra as fórmulas mágicas que vendem para os médicos ou aquele discurso de que existe uma estratégia que funciona para todos os profissionais.

Só que, para essa pergunta, eu consigo ter uma resposta que vai ser verdade para todos os contextos.

Basicamente, eu vou usar a lógica do Efeito Lindy, vou focar nos conceitos que nunca mudam com o passar do tempo e ignorar as ferramentas do momento.

[Só antes, uma explicação do Efeito Lindy pelo ChatGPT: quanto mais tempo algo existe e continua sendo usado, consumido ou valorizado, maior tende a ser sua chance de continuar existindo no futuro.]

O Instagram pode acabar, o Facebook, o Google pode ser trocado pelas novas inteligências artificiais.

As plataformas de edição de vídeo mudam, as formas de editar fotos e de produzir conteúdo também.

Se você pensar nisso para responder à pergunta da médica, vai se frustrar muito.

A resposta para ela vai ser com base em 3 conceitos: pesquisas ativas, construção de audiência e propagandas.

Seus pais buscavam médicos pela lista telefônica, você busca médico pelo Google e seus filhos podem usar o ChatGPT para indicar bons profissionais.

Não importa, as pessoas sempre vão buscar por produtos ou serviços de que precisam ou pelos quais têm interesse. Logo, uma estratégia válida é sempre estar disponível para ser encontrado na plataforma do momento.

A segunda coisa são propagandas. As propagandas/interrupções do conteúdo acontecem no rádio, acontecem na TV, no jogo de futebol, no Instagram e no podcast.

É uma forma de você apresentar o seu produto para pessoas que não conhecem ou que não estejam procurando diretamente pelo que você oferece.

Hoje, isso pode ser através dos anúncios em redes sociais, seja pagando pelo Instagram Ads ou pelo TikTok Ads. A lógica é: você sempre poderá pagar para aparecer para algumas pessoas.

O terceiro fundamento é audiência. Quem e o que as pessoas param para assistir e consumir como conteúdo. Antigamente, poderia ser um programa de rádio, a televisão; hoje, as redes sociais e o YouTube.

Quem tem audiência consegue expor o seu trabalho, ser reconhecido, acompanhado e, por consequência, vender mais.

Eu não queria me estender muito, mas essas são coisas que nunca vão mudar, e minha orientação para você é:

Busque ser encontrado quando te procuram, pague para aparecer para as pessoas e construa um canal onde você poderá ser ouvido.

Não importa a forma, a ferramenta ou a plataforma, você sempre irá conseguir se apoiar nesses fundamentos.

Até, sigo com você.

Aledi

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